Visitas técnicas garantem avaliação social dos inscritos para Minha Casa Minha Vida


Criado em 17/11/2014

Diagnóstico permite incluir famílias em serviços de referenciamento, objetivando a autonomia do público prioritário deste programa

A Prefeitura da Estância Turística de Ribeirão Pires está realizando visitas técnicas aos inscritos no Programa Minha Casa Minha Vida. Esse trabalho acontece para avaliar socialmente os interessados em ingressar no Programa, além de gerar um diagnóstico que possibilita a identificação de famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade que poderão ser inseridas em ações sociais e de assistência.

A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SADS) realizou pré-cadastro, entre os meses de junho e julho, de 1.500 famílias interessadas em participar do programa Federal. Os critérios para seleção incluem: ter renda mensal de até R$ 1.600,00; famílias oriundas de área de risco ou desabrigadas; idosos e pessoas com deficiência; mulheres responsáveis pela unidade familiar; morador do município há mais de cinco anos; e apresentar maior índice de vulnerabilidade. A análise técnica e as visitas dão andamento para a seleção dos contemplados.

“Vamos cruzar informações passadas no ato da inscrição e analisar caso a caso, o que demanda tempo. Precisamos observar todos os critérios, realizar visitas e acompanhar essas pessoas inscritas para dar sequência ao Programa, que deverá beneficiar cerca de 700 famílias”, explicou a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Sônia Garcia.

Com a identificação das famílias em situação de vulnerabilidade, a inclusão em programas sociais e o crescimento de expectativas serão atuantes. “Estamos inserindo essas pessoas no Cadastro Único, instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda. Com este cadastro, pode-se conhecer a realidade socioeconômica dessas famílias, trazendo informações de todo o núcleo familiar, características do domicilio e também dados de cada um dos componentes. A partir disto, o Poder Público pode formular e implementar políticas específicas que contribuam para a redução das vulnerabilidades sociais as quais essas famílias estão expostas, objetivando a autonomia desse público prioritário”, concluiu Sônia.

Cerca de quatro assistentes sociais estão envolvidos no trabalho técnico de visitas e avaliações sociais e, para casos específicos, a secretaria destaca um profissional da área de psicologia para atender e orientar as famílias inscritas. As visitas acontecem de forma alternada, sem datas e horários agendados.