Primeira-dama acompanha início das aulas em escola de Ouro Fino


Criado em 09/02/2017

Visita faz parte de ação permanente a ser desenvolvida pela secretaria de Educação

Dando continuidade ao Programa Escola de Braços Abertos, que visa abrir um dialogo com os pais e alunos da rede municipal de educação, a primeira-dama e presidente do Fundo de Solidariedade, Flávia Dotto, visitou, no início da tarde desta quinta-feira (9), a Escola Municipal Professora Edir Maria de Oliveira, no Centro de Ouro Fino Paulista, com a secretária de Educação, Inclusão, Cultura e Tecnologia, Flávia Banwart. A unidade de ensino, que conta com 80 profissionais, sendo 50 professores, atende, aproximadamente, 150 crianças de zero a 3 anos e 11 meses em período integral.

A diretora da escola, Cristina Fabiane Gonçalves, elogiou a iniciativa da Prefeitura em aproveitar o retorno às aulas para aproximar o poder público, os pais e os educadores. “Nossa escola é relativamente nova e, por isso, temos uma estrutura privilegiada. Porém, acredito que essa visita aponte demandas reprimidas em todas as unidades”.

“É nítido que as crianças estão felizes por conta de um conjunto de coisas, entre elas o ambiente agradável da escola e as professoras estimuladas a trabalhar com amor e dedicação. Conhecer os funcionários e poder interagir com os pais é fundamental para criarmos vínculos de confiança e, com isso, conseguirmos melhorar o atendimento prestado na cidade”, disse a primeira-dama Flávia Dotto.

Essa sensação de acolhimento apontada pela primeira-dama foi confirmada com o depoimento de Francinaldo Andrade Rolim, morador de Ouro Fino Paulista e pai da Rafaela Rodrigues Rolim, 3 anos, que frequenta o maternal. “Ela pede para vir para a escola. Sabendo que ela gosta, a gente fica feliz em trazer e confia no trabalho de todos”.

A secretária de educação, Flávia Banwart, explicou que as visitas às escolas da rede municipal serão permanentes. “É um compromisso que assumimos. Ouvindo os profissionais da educação e os pais, fica mais fácil compreender as reais demandas e buscar soluções. Por exemplo, queremos ter um olhar mais ‘carinhoso’ com a merenda, individualmente, para que possamos atender melhor casos de crianças com diabetes ou outras restrições alimentares”.